Bug nas alturas
Seis Lockheed F-22 Raptors sobrevoando o Pacífico tiveram problemas com o sistema de gerenciamento das aeronaves
O F-22 Raptor da Lockheed é o caça mais avançado do mundo, com capacidades de stealth, radar avançado, sistemas de armas e turbofans ultra-eficientes que permitem ao F-22 atingir velocidades supersônicas sem um afterburner.
Apesar de toda esta tecnologia embarcada e das certificações a que este tipo de equipamento é submetido, alguns bugs podem passar desapercebidos.
Ao sobrevoarem o Pacífico, entre o Havaí e o Japão, seis aeronaves tiveram problemas com o sistema utilizado para controlar desde o subsistema de combustível, navegação e até mesmo comunicação, ficando completamente offline. Apesar das tentativas de reboot no sistema, nada funcionou. A sorte dos pilotos é que haviam aviões-tanque reabastecendo os caças, que foram utilizados como guia para o retorno ao Havaí.
Em aproximadamente 48 horas os aviões já estavam voando novamente, com a correção para o problema.
Fonte: DailyTech
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Rodrigo Soriano é formado em Análise de Sistemas pela USF - Universidade São Francisco - e atualmente trabalha como Analista de Suporte na matriz de uma rede de supermercados em Jundiaí, SP. Dedica parte de seu tempo livre no desenvolvimento de sites pela
Rodrigo Nunes é formado em Engenharia Aeronáutica pela EESC-USP - Escola de Engenharia de São Carlos - USP - e atualmente trabalha como Engenheiro de Estruturas Aeronáuticas na
Mauricio Reale
Said this on Setembro 11th, 2007 at 12:55pm:No projeto original do F-22 (e também do F-35) é possível enviar um “patch” e integrá-lo ao sistema mesmo com a aeronave em voo, algo que obviamente a Lockheed-Martin não fez nesta ocasião para não abusar da sorte. Mas uma vez no solo, bastou plugar o console de manutenção que o problema foi resolvido.
Mauricio R.